Pad remoto em outro dispositivo
Quem ajuda na live abre o pad num navegador, no celular, no tablet ou no computador: na mesma rede, ou de qualquer lugar pela internet.
Parear
Em Configurações, Acesso remoto, ligue um dos dois jeitos (ou os dois) e pareie o dispositivo: um celular ou tablet lê o código QR, e um computador abre o link que fica embaixo dele, copiado e mandado só para ele. A chave vai no próprio código e no link e nunca passa pela rede; o link nunca aparece na tela, que pode estar no ar. Nesta rede, na primeira vez, o Windows pode pedir para liberar a Vovó no firewall: libere. Quando o firewall impede a entrada dos dispositivos (a pergunta foi cancelada, nem apareceu, ou a rede mudou de tipo), Acesso remoto avisa embaixo do endereço, e o pré-voo também: Liberar pede a permissão do Windows uma vez e deixa entrar só dispositivos desta rede, na porta da Vovó.
Pela internet
Com "Aceitar dispositivos de qualquer lugar" ligado, o dispositivo chega à Vovó pelo relay, em dados móveis ou em qualquer Wi-Fi, sem liberar nada no firewall. O relay só repassa mensagens criptografadas, que ele não consegue ler. Um dispositivo pareado antes de ligar essa opção precisa de um código novo; o código feito com ela ligada também funciona em casa.
Seu próprio relay
A Vovó usa o relay dela, a menos que Configurações, Acesso remoto, indique outro: um relay seu mantém o tráfego dos dispositivos com você. Dispositivos pareados por outro relay precisam de um código novo.
Permissões
Cada dispositivo vê e aperta só os grupos do pad que você liberar, e pode ou não escrever na conversa da equipe, lê-la e acionar o pânico. Editar ações, cenas ou configurações nunca é remoto.
Quem opera a live com você também pode, se você permitir: aprovar ou descartar o que espera antes de ir ao ar (as respostas da persona), fazer perguntas à persona, ler o console, pôr uma cena do OBS no ar, vendo se o OBS transmite (nada mais do OBS, e nunca parar a transmissão), falar no ar, compartilhar a própria tela, usar os painéis das ações, e ver a prévia do OBS e ouvir a live, que só outra Vovó nesta rede mostra e toca. Cada coisa é uma permissão do dispositivo, e a maioria vira uma aba no pad dele. O que alguém aprova por lá sai da fila para todos, e o console diz quem aprovou.
O pad remoto
No topo, ao lado do perfil, aparece o nome que você deu ao dispositivo ao pareá-lo. Uma busca sobre o pad acha um botão pelo nome, ou um grupo inteiro pelo dele, com ou sem acentos. Ao lado, os mesmos layouts do computador: grade, por grupo, ou os grupos lado a lado. Cada celular guarda a sua escolha. O formato e a densidade dos botões são os do perfil, como em Configurações, Pad, até quem está com o celular escolher os seus nos controles ao lado dos layouts. Segurar um botão abre a folha dele, com o nome e uma estrela que o põe entre os favoritos daquele celular. Tudo isso fica guardado no navegador daquele celular e em nenhum outro lugar, então o seu pad, e o que os seus outros aparelhos veem, continuam como você deixou. A página na sua rede e a página pela internet são dois endereços para o navegador, e cada uma guarda os seus.
O pânico é o octógono no topo, o primeiro dos botões, depois compartilhar a tela e o microfone: o primeiro toque o arma, em vermelho, e avisa, o segundo, logo em seguida, limpa os overlays. Enquanto ele está ligado, uma barra vermelha embaixo do topo avisa, com Restaurar.
Controles no pad remoto
Os botões de controle mostram o valor lá também, ou "Não sei" sem overlay aberto. Tocar liga e desliga, escolhe a opção ou soma um; o canto do contador abre uma folha para tirar um, digitar um número ou zerar, e tocar num texto abre a folha para digitá-lo.
A conversa da equipe
Você e quem ajuda a fazer a live escrevem uns para os outros aqui, longe da live: em Equipe, o ícone dela na borda direita da janela, abaixo de Chat e IA, enquanto o perfil aceita dispositivos; na aba Equipe de um dispositivo; e na barra lateral de outra Vovó conectada à live. A linha de um dispositivo aparece também no seu overlay de tela, com o som dela, que toca uma vez só para linhas seguidas; ela nunca espera no sininho, e as suas linhas nunca aparecem no overlay. Fora do ar, uma notificação do Windows também diz quem escreveu e a linha, no mesmo ritmo, e não enquanto você lê a conversa.
Escrever e ler são duas permissões de um dispositivo: Cliente escreve; Operador escreve e lê. Um dispositivo lê até o dia em que foi pareado, nunca antes, então quem chega à equipe não lê o que uma equipe anterior escreveu.
Ela fica neste computador, no banco de dados da Vovó, e em nenhum outro lugar: um celular ou outra Vovó recebe as linhas mais novas e pede as anteriores conforme rola, sem guardar nenhuma depois de fechar; pela internet elas vão criptografadas de ponta a ponta, e o relay não consegue ler. Ela entra nos backups com o resto do banco, vai embora com o perfil e com Apagar tudo, e um perfil duplicado começa sem ela. Ela dura o mesmo tempo do histórico de versões (Configurações, Backup: 1, 7, 15, 30 ou 90 dias, um ano, ou para sempre); as linhas mais antigas saem quando a Vovó abre.
A lixeira no topo da página limpa a conversa inteira para todos, depois de perguntar duas vezes; só você tem. Um dispositivo desfaz uma linha sua, para todos: clique com o botão direito nela, ou segure no celular, e Apagar para todos. Com o jogo na frente, um botão do pad "Escrever para a equipe" manda a linha dele com um toque ou o atalho, e vovo team "…" manda de um terminal ou de uma botoeira.
A barra lateral é parte da janela da Vovó, que uma captura de tela no OBS mostra; o overlay de tela nunca aparece numa captura.
Falar no ar
Um dispositivo que pode falar no ar tem um botão de microfone no topo do pad. Segure, fale e solte: a voz sai na live um instante depois, pelos overlays da cena, como num walkie-talkie. Para cancelar, arraste o dedo para longe antes de soltar; um toque curto demais não é enviado, e 30 segundos é o máximo de uma vez. O dispositivo fica sabendo se foi ao ar na live, ou se só você ouviu porque nenhum overlay estava aberto. Enquanto toca, o ícone dela fica no meio da barra de status e o overlay de tela diz quem está falando; o console e a auditoria dizem quem falou, e o pânico recusa. As ações ouvem como remote.talk, para mostrar quem está falando enquanto fala.
Os navegadores só abrem o microfone numa página segura: o pad pela internet é uma, o pad nesta rede não é. Pareie o dispositivo com "Aceitar dispositivos de qualquer lugar" ligado. No celular, fale de fone: o que sai do alto-falante dele, a live inclusive, iria ao ar junto com a voz. Para você ouvir, deixe a Browser Source da cena em "Monitorar e emitir", nas Propriedades avançadas de áudio do OBS, como para os sons do pad.
Painéis no pad remoto
Um dispositivo com permissão para os painéis das ações tem uma aba Painéis: os mesmos painéis do computador, desenhados do mesmo jeito, um por vez, com as seções de cada um. Poucos são etiquetas no topo, cada um com o seu ícone; com mais de cinco, um botão diz qual está na frente e abre a lista deles, com uma busca. Quando nenhuma cena aberta mostra a ação, ele avisa que os botões não chegam a ninguém, e eles esperam apagados. A lista de um sorteio cresce ali conforme as pessoas entram, um formulário abre uma folha para digitar (um nome para incluir, por exemplo), um botão que pergunta duas vezes diz "Certeza?" antes, e os controles se movem como no pad. A ação ouve isso como o evento panel, o console e a auditoria dizem qual dispositivo fez, e nada chega a ela durante o pânico. Uma lista longa mostra ali as primeiras 100 linhas, e a busca dela, numa folha, procura na lista inteira: a Vovó responde com as linhas que têm o que foi digitado, e os botões delas agem sobre essas linhas.
Compartilhar a própria tela
Um dispositivo que pode compartilhar a tela tem um botão de tela no topo do pad, no navegador de um computador (o de um celular não tem como compartilhar). Ele pede à Vovó uma página de compartilhar só dele, que abre em outra aba, onde o navegador pergunta o que compartilhar. Dali em diante é um convidado como qualquer outro, com o nome que você deu ao dispositivo: o que ele compartilha espera no sino até alguém pôr no ar, aqui, em Integrações ou com um botão "Tela do convidado", e o pânico tira do ar. Um dispositivo que também pode aprovar consegue pôr a própria tela no ar, então dê as duas coisas só a quem você deixaria fazer isso. A página dele vale por 12 horas, e acaba junto com a permissão ou com o dispositivo.
A live de outra Vovó
Quem ajuda na live e tem a Vovó no próprio computador pode operar a live de lá, em vez de um navegador: o mesmo pad, na janela que já conhece, com atalhos que funcionam com o jogo na frente.
Você pareia em Configurações, Acesso remoto: Parear um dispositivo, Outra Vovó. A Vovó gera um código (ele começa com VOVO1-), escondido na tela porque ela pode estar no ar: copie e mande só para essa pessoa. Ele vale 1 hora e funciona uma vez: na primeira conexão a outra Vovó recebe uma chave só dela, e o código que ficou num chat não abre mais nada. O sino avisa quando outra Vovó conectou com um código, com Revogar para uma que você não esperava.
Do lado dela: Novo perfil, De outra Vovó, e colar o código (a primeira execução pergunta o mesmo, para quem instala a Vovó só para ajudar). A live abre como um perfil, em Remotos no menu de perfis, com um globo na foto e a janela na cor dela, para nunca passar por um perfil daquele computador. Ela tem o pad dos grupos que você liberou e uma página Conexão no lugar das Configurações: de quem é a live, como ela é alcançada, o que aquele computador pode (quem decide é você, aqui) e Esquecer, que avisa a sua Vovó para revogá-lo. O pânico segue a live escolhida. Longe da sua Vovó, o pad esmaece e diz que está esperando, e conecta de novo sozinho; revogado, ele diz isso.
O chat dela fica lá para ler, com uma linha lida no ar, e para escrever como si mesmo (veja abaixo); a persona, para perguntar; o que espera aprovação chega ao sino; a conversa da equipe fica na barra lateral; a cena do OBS fica na barra de status. Editar as suas ações, cenas ou configurações nunca fica lá. O que a equipe escreve é avisado lá pelo som e por uma notificação do Windows com quem escreveu e a linha, que a página Conexão de lá desliga: numa tela inteira compartilhada com a sua live, a notificação apareceria também.
O que você libera para o dispositivo, ele faz pela janela. Os painéis das suas ações ficam em Painéis. Com "Ver a prévia do OBS" liberada, a página Conexão dele tem a chave Prévia do OBS, e o ícone depois da cena do seu OBS na barra de status: o que o seu OBS envia, na janela pequena, naquele computador. Só enquanto ele alcança a sua Vovó na mesma rede: pela internet a chave diz "Só na mesma rede" e espera, e "Abrir a live na Twitch", na mesma página, abre o seu canal no navegador dele. Os botões ganham atalhos daquele computador, escolhidos na página Conexão e guardados lá, nunca um que o pad dele usa; funcionam enquanto a sua live é a escolhida. Os favoritos, pelo menu de um botão, e o formato e a densidade dos botões, na página Conexão, também são daquele computador, os seus até ele escolher, e nunca chegam à sua Vovó. Com falar no ar liberado, o microfone no cabeçalho grava enquanto está segurado e vai ao seu ar ao soltar (arrastado para longe, nada vai), ou uma tecla segurada faz o mesmo, e ela diz se tocou na sua live ou se só você ouviu, sem overlay aberto; fones de ouvido, como no celular, ou a sua live volta pelas caixas de som dele. Com compartilhar liberado, o botão de tela abre uma página de compartilhamento no navegador dele, que pergunta o que mostrar, e a imagem espera por você como a de um convidado.
Com a música liberada, a nota na borda direita da janela dela abre o seu player na barra lateral, e Ouvir antes toca as suas músicas ali, 30 segundos por vez ([Música](help:music)).
Escrever no chat dela
Quem ajuda pela própria Vovó escreve no seu chat como si mesmo, nunca como você. Na página Conexão da live, em Chat, Conectar entra com uma conta da Twitch dessa pessoa por um código em twitch.tv/activate, aberto no navegador em que a Twitch é a conta dela. A Vovó pede à Twitch só para escrever no chat com essa conta: não lê nada dela e não modera nada. A partir daí o chat da barra lateral tem um campo que diz de quem são as linhas que ele escreve, e uma linha vai daquele computador direto para a Twitch: a sua Vovó não a carrega, e a vê voltar no chat como a de qualquer pessoa. O campo só aparece onde a live deixa aquele computador ler o chat; o celular não tem, já que o próprio app da Twitch escreve lá.
Uma conta escreve em toda live em que aquele computador entra, e continua quando uma delas é esquecida; Desconectar a tira, e Apagar tudo também. A Twitch aplica a ela as regras do canal (modo lento, só seguidores, AutoMod), e quem é moderador do canal passa pela maioria delas. Uma linha que a Twitch não entrega é avisada ali com o motivo da Twitch, e "Voltar ao campo" a devolve para onde foi digitada. A conta do próprio canal nunca escreve de outro computador: conectada lá, a página avisa e o chat fica só para leitura.
Ouvir a live
Quem opera a sua live pela própria Vovó, na mesma rede, pode ouvir tudo na hora, sem o atraso da Twitch, e soltar um som no tempo certo: o seu microfone e o que toca no seu computador, cada um com o seu volume do lado de lá.
O que se ouve é o que você fala e o que você ouve, não exatamente o que vai para a Twitch. Uma ligação ou um vídeo em outra aba vão junto, quando tocam no dispositivo escolhido; um som do overlay que você não ouve não vai. Para quem ajuda ouvir os sons que dispara, ouça o overlay você também: no OBS, deixe a fonte de navegador em "Monitorar e enviar", nas Propriedades avançadas de áudio.
Em Configurações, Acesso remoto, em "Ouvir a live", escolha o microfone e o dispositivo cujo som vai, os dois no padrão do Windows até você escolher. Cada um tem um botão: desligado, não vai para ninguém, e fica desligado até você ligar de novo, mesmo fechando e abrindo a Vovó. Com o OBS conectado, um microfone que você muta no OBS (no mixer, por uma tecla, por um Stream Deck) também não vai. O seu microfone só fica aberto enquanto alguém ouve, e o Windows mostra a marca dele nesse tempo.
Enquanto alguém ouve, aparece um fone no meio da barra de status; ele diz quem é e tem os mesmos dois botões. A linha do dispositivo em Acesso remoto diz que ele está ouvindo, e o console avisa quando começa. Só outra Vovó com a permissão "Ouvir a live" ouve, e só na mesma rede deste computador: o som nunca passa pela internet.
Do lado de lá, o alto-falante no canto da prévia do OBS liga e desliga o som e, com o mouse sobre a prévia, mostra um volume para a voz e outro para o computador. O fone depois do ícone da prévia do OBS na barra de status faz o mesmo sem a imagem, e a página Conexão tem o botão, os dois volumes e o dispositivo onde toca. Cada vez que a Vovó abre, começa em silêncio, e fechar a prévia leva o som junto. Enquanto a pessoa segura o microfone para falar no ar, ele fica quieto, para a gravação dela não levar a sua live de volta para a live.